A tinta da caneta acabou.
O sonho, a imaginação
Deixou de o ser
E a sensação inundou-me.
O fumo do cigarro envolveu-me
E a realidade,
Como um nevoeiro cerrado,
Não me deixa ver mais longe.
O silêncio era pesado
E ensurdeceu-me a razão.
Queria de volta a leve
E declarada felicidade do não ser.
Sou uma toupeira deste Mundo.
Quero a escuridão,
Quero o submundo,
Quero o irreal.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário